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Red Nacional de Medios Alternativos

sábado, 4 de diciembre de 2010

A memória histórica como campo da luta de classes (1ª parte)

Se perguntássemos para qualquer pessoa comum o que é história, elarapidamente nos diria: É algo que trata de fatos e personagens que existiram num passado mais ou menos distante. Estes três elementos (fatos, personagens e passado), sem dúvida, entrariam em duas de cada três definições do que seria História. E, ao referir-se ao passado, pensavam-na como uma coisa morta, que nada poderia nos dizer e, muito menos, nos ensinar sobre o presente.
Não é sem razão que no interior das salas de aula a história muitas vezes foi tida como uma disciplina chata. Isto se deu especialmente devido a pouca relação estabelecida entre o que era ministrado e os problemas concretos vividos pelos alunos. Não existia qualquer convicção de que o aprendizado da história pudesse ajudá-los desvendar e, principalmente, transformar o mundo em que viviam.

O problema é que o passado do historiador não deveria ser – e não é - algo morto, como o fóssil de um dinossauro encravado numa rocha ou exposto num museu. Os fatos, como uma espécie de matéria-prima da história, não são coisas mortas que apenas devem ser coletados e colocados numa seqüência rigorosamente cronológica.

Repito, não é possível estudar uma comunidade humana e seu desenvolvimento histórico como se fosse uma colméia ou um conglomerado de rochas. Estranhamente, este passado continua vivendo e produzindo seus efeitos sobre nós e é, justamente, por isso que deve ser estudado e melhor compreendido.

Grabois-Sao Paulo-4/12-Leer





Itaipu

La mayor hidroeléctrica del mundo niega su deuda con los guaranís


Para ler a versão em português clique aqui

Territorio guaraní, Brasil. La mayor hidroeléctrica del mundo en términos de generación de energía, Itaipu, localizada en el río Paraná, entre Brasil y Paraguay, cumplirá 30 años de funcionamiento en el 2012. A pesar de la inmensa riqueza que la usina ya generó en estas tres décadas, la empresa que la administra ha sido incapaz, hasta hoy, de saldar la deuda que contrajo con la remoción de decenas de comunidades indígenas guaranís para la formación de su lago.

Desinformémonos - Diciembre 2010 - Leer


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